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Navegação,pesquisa na Internet e segurança na rede
Navegadores:
Iceweasel – doninha do gelo
Konqueror
Firefox
Navegar na Internet é como andar na Internet
http - é o protocolo de identificação e transferência de documentos na Internet.
www. Significa que o endereço está na World Wide Web
mec – é o domínio (nome registrado) do site
gov – código para sites governamentais
br – código de sites registrados no Brasil
cada página tem um endereço na rede:
Barra de menu
Barra de ferramenta
Barra de endereço
Explore:
http://webeduc.mec.gov.br
Segurança na Internet? Vírus???
http://www.tucows.com
http://www.baixaki.com.br
Explorando site de busca:
Google
Escolha um tema de interesse copie e cole no BrOffice Writer
Aprenda a adicionar endereços em favoritos
Copie e cole endereço no editor de Texto – crie hiperlink
Salvar documento na sua pasta de usuário.
Exportar como PDF
Atividade a Distância
1. Escolha um texto para ler em opção “educação inovadora” no endereço:
http://www.eca.usp.br/prof/moran
2. Clicar em livro e ler um texto
Programa salto para o futuro
3. Explorar material mídias na educação
http://www.webeduc.mec.gov.br/midiaseducacao/index.php
08 julho, 2008
26 junho, 2008
CURSO Introdução à Educação Digital UNIDADE 1
Introdução à educação digital - Acesse aqui!!!!
Tecnologias no cotidiano:desafios à inclusão digital e social
Objetivos
Técnica da rede
Vídeo Sonho dos Ares
Linux Educacional e as TIC na escola
Computador:
• Ligar
• Fazer login
Exploração do menu e conjunto de ícones:
• Obras
• Vídeos
• Programas educacionais
• Ferramentas de produtividade
• Utilitários.
Uso do mouse:
• Clicar
• Clicar duas vezes
• Clicar com botão direito
• Arrastar e largar
Editor de Texto: BrOffice
Criar pasta:
home/professor/anilda
nomear e renomear pastas
nomear e renomear arquivo
Exploração:
Barra de título
Barra de comandos
Barra de ferramentas
Barra de formatação:
• Caractere
• Cor
• Posição
Área de trabalho – local de digitação
Salvar como (.doc)
Editar o texto
Inserir tabelas:
Colunas
Linhas
Plano de fundo
Preenchimento
Uso dos ícones:
• Minimizar janela
• Maximizar janela
• Fechar janela
• Rolar para baixo
• Rolar para cima
• Home ou principal
Explorando CD e Pendrive
Desligar o computador
Kid Vinil
Zeca Baleiro
Kid Vinil quando é que tu vai gravar cd
Kid Vinil quando é que tu vai gravar cd
Tecnologia existe
Pra salvar o homem do fim
Se você estiver triste
Delete a tristeza assim
E se quiser conversar
Passe um fax pra mim
Time is money god is dead
Have you a nice dream
Acessando a internet
Você chega ao coração
Da humanidade inteira
Sem tirar os pés do chão
reza o pai-nosso em hebraico
filosofa em alemão
Descobre porque que o michal
Deu chilique na televisão
Milhares de megabytes
Abatendo a solidão
Com a graça de Bill Gates
Salve a globolização
Se homem já foi a lua
Vai pegar o sol com a mão
Basta comprar um pc
E aprender o abc da informatização
Tecnologias no cotidiano:desafios à inclusão digital e social
Objetivos
Técnica da rede
Vídeo Sonho dos Ares
Linux Educacional e as TIC na escola
Computador:
• Ligar
• Fazer login
Exploração do menu e conjunto de ícones:
• Obras
• Vídeos
• Programas educacionais
• Ferramentas de produtividade
• Utilitários.
Uso do mouse:
• Clicar
• Clicar duas vezes
• Clicar com botão direito
• Arrastar e largar
Editor de Texto: BrOffice
Criar pasta:
home/professor/anilda
nomear e renomear pastas
nomear e renomear arquivo
Exploração:
Barra de título
Barra de comandos
Barra de ferramentas
Barra de formatação:
• Caractere
• Cor
• Posição
Área de trabalho – local de digitação
Salvar como (.doc)
Editar o texto
Inserir tabelas:
Colunas
Linhas
Plano de fundo
Preenchimento
Uso dos ícones:
• Minimizar janela
• Maximizar janela
• Fechar janela
• Rolar para baixo
• Rolar para cima
• Home ou principal
Explorando CD e Pendrive
Desligar o computador
Kid Vinil
Zeca Baleiro
Kid Vinil quando é que tu vai gravar cd
Kid Vinil quando é que tu vai gravar cd
Tecnologia existe
Pra salvar o homem do fim
Se você estiver triste
Delete a tristeza assim
E se quiser conversar
Passe um fax pra mim
Time is money god is dead
Have you a nice dream
Acessando a internet
Você chega ao coração
Da humanidade inteira
Sem tirar os pés do chão
reza o pai-nosso em hebraico
filosofa em alemão
Descobre porque que o michal
Deu chilique na televisão
Milhares de megabytes
Abatendo a solidão
Com a graça de Bill Gates
Salve a globolização
Se homem já foi a lua
Vai pegar o sol com a mão
Basta comprar um pc
E aprender o abc da informatização
21 maio, 2008
A construção do saber através da produção textual
Kátya Assis da Silva*
A escrita nasce quando o homem, pelas necessidades sócio-econômicas, aprende a comunicar seus pensamentos, atos e sentimentos, por meio de signos. Desta forma a escrita assume uma função de registro de fatos, idéias e descobertas. Uma forma de guardar sua própria história.
Desde a mais tenra idade, as crianças entram em contato com todo o tipo de textos, ou pelo menos alguns deles, por meio de histórias infantis e revistas que os pais lêem para seus filhos; cartazes; placas; letreiros de rua; enfim, uma infinidade de “cultura visual e auditiva”.
Segundo Moll (1996), da mesma forma que a linguagem oral, a língua escrita é resultado de uma produção social; é um resumo do esforço coletivo dos homens ao longo da história da humanidade. É parte dos bens culturais produzidos ao longo dos séculos.
A relação entre a criança e o texto intensifica-se ao longo da sua trajetória escolar e tende a acentuar-se durante a vida adulta, nunca mais sendo interrompida.
Por isso, faz-se necessário o educador orientar e incentivar seus alunos quanto à prática de produzir textos, apontando sempre o caminho do lúdico, da brincadeira, da troca e da reflexão, de modo a não transformar a escrita em um ato enfadonho e sem sentido; incentivar a formação de escritores capazes de produzir textos coerentes, coesos e eficazes, que planejam o discurso, e conseqüentemente o texto em função do seu objetivo, e do leitor, capaz de olhar para o próprio texto como um objeto e verificar se está confuso, redundante ou incompleto. Ou seja, é capaz de revisá-lo e reescrevê-lo até considerá-lo satisfatório para o momento; é ainda um leitor competente, capaz de recorrer a outros textos quando precisa utilizar fontes escritas para sua própria produção.
O educador deve criar um ambiente que desafie o aluno a pensar sobre a língua escrita como sistema de representação de significados contextuais. Esse ambiente pode mediar a relação entre o aluno que aprende e a língua escrita, enquanto conhecimento a ser aprendido, e esse conhecimento pode levar o aluno a ampliar, revisar e até transcender a leitura original que fazia do seu mundo.
Vivemos numa época onde o “escrito” é fundamental. Nenhuma tarefa, hoje, pode ser levada a bom termo sem o recurso do escrito. E todos aqueles que se desencorajam com essa atividade se acham condenados à dependência, ficam marginalizados, e tornam-se presas fáceis de todas as formas de manipulação e mesmo de opressão. Temos a consciência de que o desafio é muito grave e ultrapassa meros problemas de métodos. (Charmeux, 1994)
* Aluna do curso de Pedagogia – Faculdade Cenecista de Osório.
Desde a mais tenra idade, as crianças entram em contato com todo o tipo de textos, ou pelo menos alguns deles, por meio de histórias infantis e revistas que os pais lêem para seus filhos; cartazes; placas; letreiros de rua; enfim, uma infinidade de “cultura visual e auditiva”.
Segundo Moll (1996), da mesma forma que a linguagem oral, a língua escrita é resultado de uma produção social; é um resumo do esforço coletivo dos homens ao longo da história da humanidade. É parte dos bens culturais produzidos ao longo dos séculos.
A relação entre a criança e o texto intensifica-se ao longo da sua trajetória escolar e tende a acentuar-se durante a vida adulta, nunca mais sendo interrompida.
Por isso, faz-se necessário o educador orientar e incentivar seus alunos quanto à prática de produzir textos, apontando sempre o caminho do lúdico, da brincadeira, da troca e da reflexão, de modo a não transformar a escrita em um ato enfadonho e sem sentido; incentivar a formação de escritores capazes de produzir textos coerentes, coesos e eficazes, que planejam o discurso, e conseqüentemente o texto em função do seu objetivo, e do leitor, capaz de olhar para o próprio texto como um objeto e verificar se está confuso, redundante ou incompleto. Ou seja, é capaz de revisá-lo e reescrevê-lo até considerá-lo satisfatório para o momento; é ainda um leitor competente, capaz de recorrer a outros textos quando precisa utilizar fontes escritas para sua própria produção.
O educador deve criar um ambiente que desafie o aluno a pensar sobre a língua escrita como sistema de representação de significados contextuais. Esse ambiente pode mediar a relação entre o aluno que aprende e a língua escrita, enquanto conhecimento a ser aprendido, e esse conhecimento pode levar o aluno a ampliar, revisar e até transcender a leitura original que fazia do seu mundo.
Vivemos numa época onde o “escrito” é fundamental. Nenhuma tarefa, hoje, pode ser levada a bom termo sem o recurso do escrito. E todos aqueles que se desencorajam com essa atividade se acham condenados à dependência, ficam marginalizados, e tornam-se presas fáceis de todas as formas de manipulação e mesmo de opressão. Temos a consciência de que o desafio é muito grave e ultrapassa meros problemas de métodos. (Charmeux, 1994)
* Aluna do curso de Pedagogia – Faculdade Cenecista de Osório.
12 maio, 2008
04 maio, 2008
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